segunda-feira, 15 de junho de 2009

Aprendendo a cozinhar




Eu, que sou expert em fazer nada na cozinha, estou em busca de receitas e novos incentivos para adentrar nesse mundo tão desconhecido... Por indicação de um amigo, conheci o Larica Total, um programa do Canal Brasil.

Pensa num cara engraçado, com cara de engraçado, ensinado a fazer pratos como: sushi de feijão, pizza de bolacha, ou ainda, te dando dicas de como cozinhar, quando a louça está toda suja na pia... Pensou? Só vendo mesmo pra entender.

Além do programa, que passa nas sextas-feiras à noite - por volta de 12h, se não me engano, há ainda o site do Larica, com dicas, receitas enviadas pelos leitores e uma explicação fantástica do que é programa.

Aos amantes da culinária, essa é uma oportunidade única de ver como a vida pode ser mais fácil... hehehe

Certas canções que ouço...

Pra mim, uma das vozes mais bonitas do Brasil - e por que não do mundo?!? - é a do cantor Milton Nascimento. Forte, mas ao mesmo tempo suave, imponetente, mas que me traz certa paz... é díficil descrever. Além de uma bela voz, a carreira do cantor é marcada por belas composições, dentre elas, recentemente não sai da minha cabeça, há alguns dias, uma que gosto muito. Fui relembrar a letra e resolvi transcrevê-la aqui. Dispensa explicações...

Travessia

Composição: Milton Nascimento / Fernando Brant

Quando você foi embora fez-se noite em meu viver

Forte eu sou mas não tem jeito, hoje eu tenho que chorar

Minha casa não é minha, e nem é meu este lugar
Estou só e não resisto, muito tenho prá falar
Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar

Vou seguindo pela vida me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte, tenho muito que viver
Vou querer amar de novo e se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver

Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar
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Fonte: Terra - Letras de Música

sábado, 30 de maio de 2009

Volto logo

Depois de mais de um mês sem postagens, volto aqui pra avisar: o blogzinho de palavras não morreu, o que faltam são as palavras...

terça-feira, 14 de abril de 2009

Dia do Jornalista: Um brinde!

Ok, ok, essa não é a profissão que tantas alegrias nos dá ($$$), mas, ainda assim é minha profissão e por causa dela esse post não foi feito no dia - o Dia do Jornalista é comemorado em 7/04, mas o que é uma semana pra quem vive no deadline? heheheh Muita coisa!

Bem, pensando em algo para ilustrar esse dia, me lembrei de um grande jornalista, já falecido e meu conterrâneo, com muito orgulho, Otto Lara Resende.

Considerado um dos quatro
“cavaleiros de um íntimo apocalipse” - ou “os adolescentes definitivos” (ambas denominações creditadas a Otto), junto com Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino, Resende era considerado o rei da conversa, por suas frases inteligentes.

Segundo Nelson Rodrigues, "sua grande arte é a conversa. Deviam pôr um taquígrafo atrás dele e vender suas anotações em uma loja de frases".


E realmente, Otto de Lara Resende era ótimo nisso. Dentre suas grandes sacadas, tem duas sobre o jornalismo que eu gosto muito. “Entrei no jornalismo exatamente como cachorro entra na igreja: porque achei a porta aberta” e também “Sou jornalista, especialista em idéias gerais. Sei alguns minutos de muitos assuntos. E não sei nada”.


Demorei algum tempo para descobrí-lo, e realmente acho que São João del-Rei deveria falar mais de suas figuras ilustres.

Bem, para saber mais, buscas na internet trazem informações interessantíssimas, minhas fontes para este post foram o Jornal da USP, em matéria de 2003, e a revista Rabisco, esta segunda não conhecia, e achei interessantíssima, mas, infelizmente, tem a última edição datada de 2007. De qualquer forma, vale dar uma 'fuçada' no conteúdo.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Nota triste

Amanhã tem showzaço do Kiss e eu não vou ($$$), triste né?
Ok, ok, quem tiver um ingresso sobrando aí é só avisar que será de muito bem recebido.
hehehe

Não custa nada...

Música para ouvir Brasil Afora

Se tem uma banda que eu gosto nessa vida é "Os Paralamas do Sucesso". Recentemente, o trio lançou seu novo disco, "Brasil Afora", recheado de canções prá cima, 'felizes', com a cara dos Paralamas. Mistura de ritmos, sons e participações super bacanas, como a do grande Zé Ramalho em Mormaço fazem do novo álbum uma obra-prima.

Ainda não sei dizer qual é a melhor, mas "a lhe esperar" (música de trabalho), Brasil Afora, Meu Sonho e Aposte em Mim não saem da minha cabeça.

De qualquer forma, vale escutar várias vezes seguidas e, cada vez que eu escuto, percebo um detalhe novo que me faz apaixonar pelo disco/CD cada vez mais.


Parabéns aos Paralamas e viva o "Brasil Afora" por ser o que é!

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P.S.: Para quem ainda não ouviu nada, pelo
My Space da banda dá pra ouvir a ótima "a lhe esperar"

quinta-feira, 19 de março de 2009

Posicionamento da Igreja Católica

Logo após postar o cordel abaixo (que ainda digo que vale a pena ser lido) soube - pela minha amiga Tati - que a Igreja falou sobre o assunto. O posicionamento foi feito pelo presidente da Pontifícia Academia para a Vida, Dom Rino Fisichella, no jornal da Santa Sé, L’Osservatore Romano.

O texto foi publicado na íntegra pela Rádio Vaticano. Como ele é muito longo, segue alguns trechos que considero mais importantes:

"Carmen deveria ter sido em primeiro lugar defendida, abraçada, acariciada com doçura para fazê-la sentir que estamos todos com ela; todos, sem exceção. Antes de pensar na excomunhão era necessário e urgente salvaguardar sua vida inocente e recolocá-la num nível de humanidade da qual nós homens de Igreja devemos ser anunciadores e mestres. Assim não foi feito e, infelizmente, a credibilidade de nosso ensinamento sofre com isso, pois aparece aos olhos de muitos como insensível, incompreensível e sem misericórdia. É verdade, Carmen trazia consigo outras vidas inocentes como a sua, não obstante fossem frutos da violência, e foram ceifadas; isso, todavia, não basta para fazer um julgamento que pesa como uma guilhotina."

...

"O respeito devido ao profissionalismo do médico é uma regra que deve envolver todos e não pode consentir chegar a um julgamento negativo sem antes considerar o conflito criado em seu íntimo. O médico traz consigo sua história e sua experiência; uma escolha como essa de ter que salvar uma vida, sabendo que coloca em sério risco outra, jamais é vivida com facilidade."

...

"São outros que merecem a excomunhão e o nosso perdão, não os que lhe permitiram viver e ajudam a recuperar a esperança e a confiança, não obstante a presença do mal e a maldade de muitos".

Enfim, uma resposta que não apaga, mas mostra que é preciso sim, voltar atrás e reconhecer os erros.
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Nota: Carmem foi o nome fictício dado à menina pelo autor do texto.